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27/11/2007
Velejador Lars Grael
encerra atividades do IV Encontro de Saúde no MPT
Terminou
na sexta-feira, dia 23, o IV Encontro de Saúde no Ministério Público
do Trabalho, em Brasília. O evento, co-patrocinado pela ASEMPT, contou
com a participação de um grande número de servidores, além da
colaboração de várias empresas que ofereceram serviços como teste de
glicemia, acupuntura, massagem ayuvérdica, exame de olhos, prevenção
de câncer, dentre outros.
"Esperamos que o Encontro tenha
alcançado o seu objetivo e incentivado a promoção da qualidade de
vida no ambiente de trabalho de todos os servidores", declarou o
presidente da ASEMPT, Alexandre Senhori.
A palestra do velejador Lars Grael foi
outro destaque do evento e levou inúmeros servidores ao auditório do
MPT. Na ocasião, Lars contou um pouco da sua história como velejador,
um dos mais importantes do País, e sobre o acidente que o deixou sem a
perna direita em 1998.
Saiba
mais sobre o IV Encontro de Saúde na próxima edição do Jornal Interação.
22/11/2007
Concurso do MPU: nova nomeação
Portaria foi publicada hoje, 22 de novembro, no DOU.
Mais oito aprovados no 5º concurso público para provimento
de cargos do Ministério Público da União e formação de
cadastro de reserva foram nomeados. A Portaria/SG/MPU nº 35 foi
publicada no Diário Oficial da União (DOU) de hoje, 22 de
novembro, Seção 2, páginas 41 e 42.
Para o Ministério Público Federal foram nomeados seis técnicos
administrativos, distribuídos entre os estados do Amazonas, Rio
de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo. Dentre eles, cinco
concorreram a vagas destinadas para portadores de deficiência.
Para o Ministério Público do Trabalho foi nomeado um analista
processual, portador de deficiência, para Mato Grosso, e para
Rondônia, um técnico administrativo.
A portaria ainda traz retificações
na Portaria/SG/MPU nº 33, de 5 de novembro.
Confira aqui
a íntegra da portaria.
22/11/2007
Sentença diz que juiz é “ser superior”
Correioweb
Thais Cirino
De O Norte
João Pessoa — Os juízes já podem ser
considerados oficialmente como semideuses. Pelo menos foi o que declarou
a juíza titular da Vara do Trabalho de Santa Rita (PB), Adriana Sette
da Rocha Raposo, em uma sentença proferida há cerca de dois meses.
Segundo a magistrada, “a liberdade de decisão e a consciência
interior situam o juiz dentro do mundo, em um lugar especial que o
converte em um ser absoluto e incomparavelmente superior a qualquer
outro ser material”.
As declarações da juíza já causaram polêmica até entre os colegas
de trabalho. Para o presidente da Associação dos Magistrados da
Paraíba, juiz Marcos Sales, os comentários da magistrada foram
infelizes e não representam a opinião da maioria da categoria. “Esse
não é o meu pensamento e nem é o pensamento comum. Foi uma opinião
isolada que depõe negativamente contra a categoria”, afirmou Marcos
Sales.
Mesmo sem conhecer profundamente o teor das declarações, o presidente
da Associação dos Magistrados declarou que é possível haver
opiniões semelhantes às de Adriana Sette, mas ressaltou que essa não
é a linha de pensamento que rege a profissão de juiz. “Eu represento
uma categoria que não tem por regra fazer com que a condição de juiz
seja melhor ou pior que ninguém. Eu me sinto um igual”, continuou.
Licença
A juíza Adriana Sette da Rocha Raposo foi procurada pela reportagem.
Segundo informações dadas pela Vara do Trabalho de Santa Rita, ela
entrou ontem com um pedido de licença médica. A magistrada trabalhou
de manhã,mas cancelou os compromissos marcados para o período da
tarde.
As declarações de Adriana Sette constam na sentença de uma ação
movida por um trabalhador rural contra uma empresa da região. O pedido
de pagamento de ações trabalhistas foi negado ao trabalhador que teria
prestado serviços à empresa em 1982 e só reclamou seus direito em
agosto de 2007. A juíza considerou que o direito estava prescrito e
aproveitou para discorrer sobre a grandiosidade da sua profissão.
Nas palavras da magistrada: “Ele (o juiz) é alguém em frente aos
demais e em frente à natureza; é, portanto, um sujeito capaz, por si
mesmo, de perceber, julgar e resolver acerca de si em relação com tudo
o que o rodeia. Pode chegar à autoformação de sua própria vida e, de
modo apreciável, pode influir, por sua conduta, nos acontecimentos que
lhe são exteriores. Nenhuma coerção de fora pode alcançar sua
interioridade com bastante força para violar esse reduto íntimo e
inviolável que reside dentro dele”.
22/11/2007
Aprovados
em concurso impedidos de tomar posse devem ser ressarcidos
Do CorreioWeb
Candidatos aprovados e que não
tomaram posse em concurso público por erro dos organizadores do
processo seletivo devem ser indenizados. A decisão é do Superior
Tribunal de Justiça (STJ), que julgou uma ação de candidatos que
passaram no concurso para auditor tributário do Distrito Federal de
1995. Eles não puderam tomar posse por erros no gabarito da
avaliação.
De acordo com o STJ, a prova de contabilidade do concurso
admitia duas respostas corretas para 10 questões. No entanto, o
gabarito indicou apenas uma opção. Apenas em abril de 2002 os
inscritos conseguiram na Justiça o direito de tomar posse. Agora, o STJ
considerou que eles devem ser ressarcidos com a soma do salário que
teriam recebido se tivessem tomado posse no período correto.
Em uma primeira decisão, o Tribunal de Justiça do
Distrito Federal (TJDF) havia negado o pedido dos candidatos. Eles
recorreram, então, ao STJ. O tribunal considerou que os candidatos
foram vítimas de “ato ilícito da administração pública”. Além
disso, teriam deixado de exercer o cargo para o qual foram aprovados por
terem sido preteridos. Por isso, têm direito à indenização.
O processo foi julgado em última instância, ou seja,
não há mais possibilidade de recurso. Agora, o caso está na fase de
execução de sentença, segundo o qual o réu é comunicado a pagar a
indenização. O cálculo levará em consideração o salário pago e a
cotação da moeda desde 1995, data em que os aprovados deveriam ter
tomado posse. Se fossem considerados os valores atuais, cada inscrito
receberia em torno de R$ 1,260 milhão.
20/11/2007
Dia Nacional da Consciência Negra: a desigualdade no Brasil tem
cor
Em um País cujos indicadores de renda e escolaridade, bem como o padrão
de mortalidade, refletem a desigualdade racial, celebrar o Dia Nacional
da Consciência Negra tornou-se indispensável.
Afinal, são poucas as ocasiões em que tal temática vem à tona, a
ponto de sensibilizar, mesmo que por apenas 24 horas, grande parte da
população para a importância de se fomentar o debate em torno do
assunto, além de chamar a atenção para a situação de injustiça
social pela qual passam muitos cidadãos brasileiros negros.
"Relembrar as lutas daqueles que destemidamente empregaram seus
esforços, e até a própria vida, em prol de uma sociedade democrática,
preservar as memórias que nos ajudam a compreender um pouco da história
e refletir sobre a participação do povo negro na construção do país,
são algumas das razões que justificam a comemoração do Dia 20 de
Novembro", enfatizou o Presidente da ASEMPT,
Alexandre Senhori.
20/11/2007
Lula defende união de movimentos para aprovar o Estatuto da
Igualdade Racial
Renata Giraldi
Folha de São Paulo - Online (20/11/07)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sugeriu nesta terça-feira, Dia
Nacional da Consciência Negra, que os afrodescendentes se unam e exijam
de forma organizada seus direitos. Segundo ele, a união é fundamental
também para garantir a aprovação do Estatuto da Igualdade Racial, que
tramita há quase dez anos no Congresso.
Lula afirmou que é necessário definir uma proposta única para evitar
polêmicas e mais atrasos.
Bem-humorado, o presidente recomendou que os afrodescendentes
"cutuquem" o governo para que obtenham os benefícios
prometidos. "Com o somatório de cutucação é que vocês vão
tirar mais conquistas", afirmou, durante a cerimônia em que
anunciou a liberação de R$ 2,1 bilhões --no período de 2008-2011--
que deverão beneficiar 850 mil pessoas de comunidades quilombolas
espalhadas no Nordeste, Sudeste e Sul do país.
Estatuto
O estatuto [da Igualdade Racial] só será aprovado quando
tivermos uma só proposta. Ou nós vamos completar cem anos, como o
[arquiteto] Oscar Niemeyer o estatuto ainda vai estar no
Congresso", disse Lula.
"Será que vocês não aprenderam? Quanto mais nós exigimos [de
forma dividida, sem unidade], mais os adversários têm vitórias sobre
nós."
Em seguida, o presidente afirmou que: "Vamos deixar aquilo que nos
desune de lado para a gente conquistar a vitória". Indiretamente,
ele lembrou que nem sempre tudo o que é necessário e desejado pode ser
incluído em uma proposta. "É quase um apelo: as coisas que nós
temos de fazer serão alcançadas, se a gente construir o possível",
disse.
Na presença de autoridades brasileiras e estrangeiras, além de
representantes de movimentos de defesa dos afrodescendentes, dos
quilombolas e de religiões de origem africana, o ministro Gilberto Gil
(Cultura) fez um discurso emocionado. "Não foi uma caminhada fácil.
Não tem sido. Nem será [mas já houve avanços]", disse ele.
A ministra Matilde Ribeiro (Igualdade Social) também se emocionou
durante a solenidade: "Tenho orgulho de ser descendente de
africanos e acho que todos aqui têm".
12/11/2007
Nomeados novos servidores para o MPU
Os novos servidores foram aprovados no
5º concurso para analista e técnico do MPU.
A portaria SG/MPU nº 33, de 5 de novembro de 2007, que nomeia
448 servidores para integrar os quadros do Ministério Público da
União, foi publicada no dia 6 de novembro. Os nomeados -
142 analistas e 306 técnicos - têm 30 dias a partir da data da
publicação para tomar posse.
Confira a portaria,
que foi publicada no Diário Oficial da União, seção 2, página
30.
08/11/2007
LICENÇA-PRÊMIO
CONVERSÃO EM PECÚNIA
O Conselho Nacional do Ministério Público
respondeu uma consulta acerca da possibilidade de extensão da
referida conversão em pecúnia , quando da ocorrência de
aposentadoria ou outra forma de desligamento da instituição, que não
seja o falecimento.
Analisaram acerca da natureza jurídica da
conversão em pecúnia das férias e licenças não usufruídas pelo
servidor publico durante a sua atividade, e entenderam que à luz do
disposto no artigo 37 par. 6° da Constituição Federal, trata-se
de verdadeira indenização pelos serviços prestados à administração
Pública.
Assim, comprovando-se que o servidor ou membro
do Ministério Público se aposentou ou foi exonerado, sem que lhe
fosse propiciado a fruição de ferias e licença-prêmio, ou seja,
os direitos já adquiridos, compete a administração do Ministério
Público, INDEPENDENTEMENTE de determinação judicial, indenizar
aqueles, por se tratar de inequívoco direito decorrente do art. 37
par. 6º, da
C.F., sob pena de enriquecimento ilícito do Poder Público.
Os membros do conselho, por maioria,
responderam positivamente a essa consulta, uma vez entendendo
tratar-se de um direito adquirido, liquido e certo(subjetivo de cada
funcionário).
Afirmaram ser possível a conversão em
pecúnia de férias e licença premio não usufruídas por membros e
servidores do ministério publico quando de sua aposentadoria ou de
extinção do vinculo funcional com a instituição , visto que se
trata de verba indenizatória, não necessitando que recorra ao
poder judiciário para ver seu direito reconhecido (por se tratar de
um direito adquirido).
Entenderam não ser necessário a edição de resolução para
regulamentar a matéria, por entender que o comando extraído do
art. 37 par. 6º da Constituição Federal já e o suficiente para
solucionar tal hipótese.
Essa decisão tem efeito ex tunc, ou seja,
tem efeito retroativo englobando os funcionários já aposentados,
devendo-se observar o prazo prescricional que é de 5 (cinco) anos
(qüinqüenal) após a aposentadoria. Vale ressaltar que para os
funcionários que utilizaram esse tempo(licença-prêmio) para a
aposentadoria o direito de conversão fica extinguido. A conversão
deve ser requerida no momento do desligamento do funcionário que
deverá fazer um requerimento citando o saldo de licença férias não
usufruídas, entregando o mesmo ao diretor geral do departamento..
08/11/2007
Trabalho debate regulamentação da demissão sem justa causa
A Comissão de Trabalho, Administração e Serviço
Público realiza audiência pública hoje para discutir o Projeto de Lei
Complementar 8/03,
do deputado Mauricio Rands (PT-PE), que regulamenta a proteção da relação
de emprego contra a despedida arbitrária ou sem justa causa. A
proposta, que regulamenta o inciso I do artigo 7º da Constituição,
considera como despedida arbitrária ou sem justa causa aquela que não
se fundar em justo motivo objetivo ou subjetivo.
O justo motivo objetivo decorre de necessidade do empregador em virtude
de dificuldade econômica ou financeira, ou reestruturação produtiva.
O justo motivo subjetivo é decorrente da indisciplina ou insuficiência
de desempenho do empregado. A prova da ocorrência de qualquer uma das
hipóteses será ônus processual e administrativo do empregador (inversão
do ônus da prova).
O projeto permite que a despedida não fundada em justo motivo objetivo
ou subjetivo seja declarada nula por decisão judicial com a conseqüente
reintegração, facultando-se inclusive a tutela
antecipada, ou, a critério do empregado, a conversão em indenização.
O debate foi proposto pelo relator do projeto, deputado Roberto
Santiago, que é favorável à proposta. Ao justificar o debate, ele
disse que a comissão precisa conhecer a opinião de entidades
trabalhistas.
Convidados
Foram convidados para o debate:
- o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique
da Silva Santos;
- o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva
(PDT-SP);
- o presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah;
- o presidente da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB),
Antonio Fernandes dos Santos Neto;
- o presidente da Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST), José
Calixto Ramos.
1º/11/2007
ASEMPT batalha na justiça pelo horário
especial para os estudantes
A Associação Nacional dos Servidores do
Ministério Público do Trabalho e Militar – ASEMPT está pleiteando
na justiça horário especial para os associados estudantes.
Os colegas interessados em participar da referida
Ação deverão preencher e assinar a autorização disponível no link
abaixo e enviar para a sede da ASEMPT em Brasília – DF.
(clique
aqui).
Entre em contato conosco: ASEMPT
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