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08/01/2008
Governo anuncia que servidor não terá reajuste
Para compensar fim da CPMF, ministro também informou a suspensão de
novos concursos públicos e de contratações.
Fonte: Correio da Bahia - 4/1/2008
BRASÍLIA - O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, afirmou ontem
que a necessidade de cortes de R$20 bilhões nos gastos do governo, como
parte do pacote para compensação do fim da CPMF, impedirá reajustes
de servidores públicos previstos para este ano. Além disso, a
realização de novos concursos está suspensa. Quanto aos concursos já
marcados, o cronograma será mantido, mas as contratações não serão
efetuadas enquanto o governo não equilibrar as contas. "Enquanto
não resolvermos essa questão de equilíbrio orçamentário, não vamos
tomar nenhum passo", disse o ministro. Quanto ao salário mínimo,
o ministro garantiu que o reajuste para R$408 está mantido.
Diante das declarações do ministro, representantes dos funcionários
públicos garantiram ontem que não aceitarão o congelamento dos
salários. Presidente da Confederação dos Servidores Federais (Condsef),
Josemílton Costa falou até em greve geral, em março. "Vamos
propor uma paralisação se a suspensão se confirmar", disse. O
presidente do Sindicato dos Auditores Fiscais (Unafisco), Pedro Delarue,
demonstrou preocupação com a mudança nas regras, mas preferiu não
acreditar que os servidores serão penalizados. "Nem queremos
pensar nesta possibilidade. Temos reunião marcada para o dia 15 e
esperamos que o governo continue uma negociação já acertada
conosco", afirmou.
Supremo - Os juízes federais ameaçam ir ao Supremo Tribunal Federal
(STF) contra o governo se for confirmada a suspensão de aumento
salarial para o funcionalismo. "Não tem sentido jogar na conta do
servidor público esse problema", disse Walter Nunes, presidente da
Associação dos Juízes Federais (Ajufe), entidade que congrega 1,5 mil
magistrados responsáveis pelas causas de interesse da União, inclusive
planos econômicos.
Por força de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado com o
Ministério Público do Trabalho, o governo federal teria que começar
em julho a substituição de todos os que trabalham na administração
direta como funcionários terceirizados. Isso significaria a abertura de
concursos para milhares de vagas. Havia expectativa de que em 2008 o
número superasse 7.480 novos servidores. (AE, AG e
Folhapress)
21/12/2007
IV TORNEIO DE TENIS DA ASEMPT
Chegamos ao final de mais um torneio de tênis da ASEMPT.
Na
primeira rodada, dos quatro jogos programados, aconteceu apenas um,
entre Edmilson e Norisvaldo, vencido por este último. Nos outros jogos,
Alexandre Senhori, Fúvio Lima e Marcelo Aquino, ganharam por WO,
respectivamente de Ari, Celso Marques e de Saulo.
Na segunda rodada, João Vianêis, Fúvio Lima, Alexandre Leal e Aroldo
Lima, venceram, respectivamente, Norisvaldo Brandão, Hugo, Marcelo
Aquino e Alexandre Senhori.
Nas
semifinais, João Vianêis derrotou Fúvio Lima e Aroldo Lima derrotou
Alexandre Leal.

Na Grande final, Aroldo Lima venceu João Vianêis, sagrando-se, assim
campeão do torneio.
Os Troféus e a premiação serão entregues aos ganhadores, no dia
19/12/2007, durante a confraternização dos Servidores da PGT no
segundo andar do prédio-sede. Será realizado, ainda, o sorteio de uma
camisa e de uma bermuda entre os participantes do torneio.
A ASEMPT agradece e parabeniza a todos os participantes que
abrilhantaram este evento esportivo e espera contar com as suas
participações no V Torneio, a ser realizado em 2008. Agradece, também
a APCEF que cedeu as quadras para a realização dos jogos.
18/12/2007
MPU nomeia 27 aprovados em concurso
Nomeados têm 30 dias para tomar posse.
Vinte e sete candidatos aprovados no 5º concurso público do Ministério
Público da União foram nomeados hoje, 17 de dezembro. As nomeações
foram publicadas pela Portaria nº 39, Diário Oficial da União, Seção
2, páginas 29 e 30.
Para o Ministério Público Federal foram nomeados 24 aprovados, entre
analistas processuais, analistas periciais – contabilidade; engenharia
sanitária e engenharia agronômica; analistas de informática –
desenvolvimento de sistemas; analistas de engenharia – civil, mecânica
e elétrica; analista de orçamento, técnico de informática, técnico
de apoio especializado – orçamento, transporte e edificações.
Para o Ministério Público do Trabalho, foram nomeados um analista
pericial – engenharia de segurança do trabalho e um analista
administrativo. Já para o Ministério Público Militar, foi feita uma
nomeação para o cargo de técnico de saúde – consultório dentário.
Todos os nomeados têm 30 dias para tomar posse.
Candidatos não tomaram posse - Na mesma edição do Diário
Oficial da União, página 31, Portaria nº 40, foram tornadas sem
efeito 32 nomeações para analista processual, 30 para técnico
administrativo, seis para técnico de informática, uma para técnico de
saúde – enfermagem e duas para técnico especializado – transporte.
As nomeações foram tornadas sem efeito porque os candidatos aprovados
não tomaram posse no prazo permitido pela Lei 8.112/90, que é de 30
dias.
Confira as Portarias nº 39
e 40.
Fonte: PGR
06/12/2007
Novo valor é de 590 reais e vale
a partir de dezembro de 2007.
Novo valor é de 590 reais e vale a partir de dezembro de 2007.
O auxílio-alimentação dos membros e servidores do MPU foi
reajustado para 590 reais, de acordo com a Portaria PGR nº 620,
assinada hoje, 6 de dezembro, pelo procurador-geral da República,
Antonio Fernando Souza. O novo valor do auxílio vale a partir de
dezembro de 2007.
06/12/2007
Benefício passa a ser de 250 reais.
O valor mensal da assistência pré-escolar para membros e servidores
foi reajustado para 250 reais, a partir de dezembro de 2007. A Portaria
PGR nº 621 foi assinada hoje, 6 de dezembro, pelo procurador-geral da
República, Antonio Fernando Souza.
06/12/2007
Redução de jornada pode ter prioridade
O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, prometeu às centrais
sindicais prioridade na discussão sobre a redução da jornada de
trabalho de 44 para 40 horas semanais. As centrais promoveram ontem a 4ª
Marcha da Classe Trabalhadora, em frente ao Congresso Nacional.
A redução da jornada foi uma reivindicação dos manifestantes. Eles
argumentam que estudo do Departamento Intersindical de Estatística e
Estudos Socioeconomicos (Dieese) aponta que a medida pode gerar dois
milhões de novos empregos no País, com aumento dos custos de apenas 2%
para as empresas.
Apesar de prometer aos manifestantes prioridade no debate da proposta,
Chinaglia acrescentou que as reivindicações devem ser levadas aos líderes,
que precisam apoiar sua inclusão na pauta de votações da Câmara.
“Eu tenho compromisso com a pauta dos trabalhadores e vou tocá-la
adiante. Um dos mecanismos é propiciar o debate, porque não adianta
cada segmento ter as suas convicções, as suas bandeiras, se não tiver
força para implantá-las, e nesse processo é importante convencer os
deputados”, explicou.
Projetos em tramitação
A redução da jornada de trabalhista está prevista em dois projetos de
lei em discussão na Casa: o PL 7663/06, do deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA);
e o PL 160/07, do deputado Marco Maia (PT-RS). Atualmente, a jornada máxima
de 44 horas está definida no artigo 7º da Constituição Federal.
Centrais sindicais
Além da redução da jornada, também interessa às centrais a votação
do projeto que regulamenta o seu funcionamento. A proposta (PL 1990/07)
volta à Câmara após ter sido alterada no Senado. Chinaglia afirmou
que esse projeto só deve ser votado após a desobstrução da pauta,
trancada por seis medidas provisórias e dois projetos de lei com prazo
de tramitação vencido.
Chinaglia reconheceu, no entanto, que dificilmente alguma coisa
será votada na Câmara até que a CPMF seja votada pelo Senado. Está
marcada para hoje a sessão do Senado para votar o tributo. O presidente
lembrou que há acordo dos líderes para votar, assim que a pauta da Câmara
for liberada, a convenção da ONU sobre portadores de deficiência e as
propostas de emenda à Constituição dos Vereadores (PEC 333/04) e da
Defensoria Pública (PEC 487/05).
Fonte: Jornal da Câmara dos
Deputados
06/12/2007
Dieese e Centrais sindicais pedem redução da jornada de
trabalho
A redução da jornada de trabalho, de 44 para 40 horas semanais, é
a nova
aposta das centrais sindicais para melhorar as condições dos
trabalhadores
do Brasil nos próximos anos. O Departamento Intersindical de Estatística
e
Estudos Socioeconômicos (Dieese) lançou uma nota técnica apontado
vantagens,
inclusive para a economia brasileira com esta redução.
O diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, ressalta que a redução
da
jornada de trabalho poderá favorecer alguns setores, diminuindo
problemas
pontuais do país como o desemprego. Segundo ele, esta redução
diminuiria os
gastos públicos com itens como auxílio desemprego e horas extras. Isto
permitiria a geração de mais postos de trabalho e uma economia nos
cofres
públicos para investimentos em outras áreas sociais, além de
transformar
trabalhadores informais em assalariados.
A nota lembra que no país e em quase todo o mundo, a década de 90
significou uma "flexibilização e desregulamentação dos direitos
dos
trabalhadores que causaram uma deterioração crescente e contínua do
mercado
e das condições de trabalho". Com isto, os ganhos de
produtividade vêm
beneficiando apenas os empresários.
Fonte: Radioagência NP
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